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Ana cardoso oliveira

 

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Resumo Curricular
  • Psicóloga

  • Supervisora de casos clínicos desde 1999. 

  • Vasta experiência em avaliação psicológica de adultos, adolescentes e crianças e prática clínica em variadas áreas e patologias, como depressão, ansiedade, perturbações do sono, perturbações do comportamento alimentar, enurese e encoprese infantis, transtornos ao nível das relações interpessoais, terapia de casal, entre muitos outros.

Sábado, 19 Março - Auditório 2 - 12h00

Duração: 30 minutos

 

 

 

«Stress e Ansiedade infantil/adolescente e Bruxismo»

 

A relação entre bruxismo e ansiedade é bem conhecida, mas poucas vezes identificada em contexto clínico. Além da predisposição familiar e fisiológica, os aspetos emocionais funcionam muitas vezes como fatores precipitantes ou de manutenção do bruxismo, que pode ser diurno ou durante o sono.

 

A prevalência de bruxismo é maior na infância (14 a 17%) e tende a diminuir com a idade: na adolescência e início da fase adulta atinge cerca de 12% da população, sendo mais raro nos idosos (3 a 8%). Não existem diferenças significativas entre sexos.

 

Os principais sinais incluem desgaste dos dentes, dor de cabeça e dor orofacial ou temporomandibular. É frequente que o paciente não tenha consciência dos episódios de bruxismo, o que dificulta a sua identificação e obriga os clínicos a um olhar mais atento.

 

É importante compreender a matriz emocional subjacente ao bruxismo: o ranger dos dentes apresenta-se como uma solução inconsciente eficaz para situações de medo e ansiedade, permitindo um alívio de tensão progressivo e contínuo. Por outro lado, apertar os dentes surge muitas vezes como forma de auto-agressão, sobretudo na adolescência. No entanto, quando não é bem diagnosticado/tratado, o bruxismo implica riscos graves para a saúde oral, higiene do sono e relacionamentos sociais.

 

Os tratamentos mais recomendados incluem o uso de placas de preservação das estruturas dentárias, que protegem o sono e o sistema mastigatório, mas também intervenções psicológicas. Estas últimas, dirigidas aos aspetos de natureza emocional envolvidos, devem focar-se essencialmente no desenvolvimento de estratégias alternativas de resolução da tensão, ansiedade ou medo.

 

Em suma, todas estas características do bruxismo reforçam a importância de avaliar os pacientes de forma holística e de desenhar planos terapêuticos integrados e abrangentes, envolvendo especialistas de Odontologia, Psicologia, Medicina do Sono, entre outros. A sua identificação precoce nos cuidados de saúde primários e também dentro de cada especialidade é essencial para evitar os riscos associados. ­­­­

 

 

Lisboa 2016

«Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular: O Futuro»

«Orofacial Pain and Temporomandibular Disorders: The Future»

 

 

 

 

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